Posts Tagged ‘Governo Aécio Neves

20
set
13

Andrea Neves: ação social sustentável em Minas

Andrea Neves: presidente do Servas, entidade do 3º Setor que desenvolve ações para melhoria das condições de vida da população em Minas.

Andrea Neves: biografia social

Fonte: Wikipedia

À frente do Servas, Andrea Neves é responsável por um conjunto de iniciativas que visam complementar a atuação do Poder Público. São programas e projetos voltados para crianças, jovens, adultos e idosos, em apoio a instituições filantrópicas de serviços assistenciais, aos municípios e às comunidades, conforme descritos a seguir.

Programa Valores de Minas

Lançado por Andrea Neves, em 2005, o Programa Valores de Minas proporciona atividades culturais a jovens mineiros nas áreas de teatro, circo, música, dança e artes plásticas. A cada ano, são cerca de 500 estudantes da rede pública estadual integrantes do Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa que tomam parte das oficinas de arte. Entre 2005 e 2009, formaram-se 3.000 pessoas, entre alunos, multiplicadores, professores de arte da rede estadual e ex-alunos que fizeram o curso de extensão, de acordo com dados do “Relatório de Atividades Servas – 2003 a março de 2010″.

Andrea Neves e Danielle Miterrand em visita às instalações do Programa Valores de Minas.

Em parceria com o Governo de Minas, o programa cria as condições para o crescimento pessoal e a construção da história de vida desses jovens. A iniciativa contempla a formação mais ampla do cidadão: história da arte, literatura, ética e cidadania, também estão no currículo, além da participação na vida cultural da cidade.

Um espetáculo multicultural sintetiza o Programa Valores de Minas, ao final de cada ano. Os estudantes participam da elaboração do roteiro, da trilha sonora, da produção do cenário, figurino e adereços. É uma vitrine onde a sociedade, a família, os colegas assistem e aplaudem o resultado de todo o processo de aprendizado, numa ação conjunta. Cinco espetáculos, assistidos por mais de 20.000 mil pessoas, elogiados pelo público e crítica, marcam a história do projeto: “Delírio Barroco”, “Estrada dos Sonhos” e “Opara”, este sobre o Rio São Francisco, “Sempre Alegre, Miguilim”, baseado na obra de Guimarães Rosa e “Metrópole.

Programa Vozes do Morro

Uma das iniciativas do Terceiro Setor de maior sucesso entre os moradores de vilas, favelas e aglomerados da Região Metropolitana de Belo Horizonte é o Programa Vozes do Morro , criado por Andrea Neves, sua principal incentivadora desde o começo, em 2008.

O objetivo é mobilizar as comunidades em torno da valorização do talento dos seus moradores, descobrir talentos e dar voz a músicos e à arte produzida na periferia, sem visibilidade por permanecer restrita aos círculos comunitários. O Vozes do Morro tem como parceiros o Governo de Minas Gerais, o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG) e o Sebrae-MG, com apoio de emissoras de rádio e televisão de Belo Horizonte. Entre 2008 e 2010, o Vozes do Morro divulgou o trabalho de 34 bandas e músicos, entre os quais quatro convidados, por meio de spots e clipes. Cada selecionado ou convidado recebeu 100 cópias de um CD e 100 cópias de um DVD com gravação de sua música.

Representando os artistas convidados para participar do projeto, Rogério Flausino, vocalista da banda Jota Quest, destacou o ineditismo do projeto e estimulou os músicos de vilas e favelas a participarem do Vozes do Morro: “São projetos como esse que fazem com que as pessoas tenham um ideal”, disse ele.

Campanha Volta

No início de 2006, o Movimento Minas Solidária e a Polícia Civil de Minas Gerais, desencadearam a Campanha Volta 4 5 , liderada por Andrea Neves, para localizar pessoas desaparecidas e reintegrá-las ao convívio de parentes e amigos, com amplo apoio dos veículos de comunicação. Até março de 2010, haviam sido cadastradas 6.711 pessoas desaparecidas, e foram solucionados 4.827 casos, conforme dados do site do Servas.

Brinquedoteca Hospitalar

Com apoio do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Minas Gerais (Cedca), Andrea Neves organizou a Brinquedoteca Hospitalar, com cinco unidades em funcionamento na capital mineira, de acordo com dados do “Relatório de Atividades Servas – 2003 a março de 2010″. Duas delas estão na Santa Casa de Misericórdia (alas A e B, no 3º andar), uma no Hospital Infantil João Paulo 2º, antigo Centro Geral de Pediatria (CGP), uma no Hospital da Baleia e uma Centro Psíquico da Adolescência e Infância (Cepai).

Andrea Neves em visita à Brinquedoteca Hospitalar instalada no Hospital da Baleia, em Belo Horizonte.

Pacientes infantis em hospitais públicos ou filantrópicos recebem brinquedos variados, figuras, livros e filmes e têm acesso a jogos. O objetivo é contribuir para a recuperação deles, por meio de atividades lúdicas e educativas, garantindo o seu direito de brincar em um espaço bonito, alegre e confortável. O material e as atividades servem como estímulos positivos na recuperação da saúde e também ajudam na aprendizagem.

As unidades foram projetadas considerando-se as necessidades afetivas, sociais e psicopedagógicas de crianças hospitalizadas. Buscam ainda tornar a criança parceira ativa em seu processo de tratamento, aumentando a aceitabilidade em relação à internação hospitalar, de forma que sua permanência seja mais agradável.

Foram implantadas também 170 unidades da Brinquedoteca Hospitalar Móvel em hospitais públicos e filantrópicos das diversas regiões de Minas. Trata-se de um módulo desenvolvido para atender pacientes até 14 anos de idade em hospitais do interior que não possuem ala pediátrica específica. Compõe-se de TV, DVD, filmes, CDs, jogos, brinquedos e livros, além de mesas de apoio.

Programa Digna Idade

Uma das primeiras iniciativas de Andrea Neves no Servas, em pareceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Esportes (Sedese), foi a implantação do Programa Digna Idade, lançado em outubro de 2003, para dar suporte às instituições que atendem à população idosa de Minas Gerais. Entre 2003 e 2009, 467 instituições foram atendidas, com a capacitação de 2.321 pessoas, beneficiando 17.761 idosos de todas as regiões do Estado7 .

O Digna Idade teve o apoio financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Fundação Djalma Guimarães, mantida pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), no seu lançamento, além da participação das prefeituras municipais e do Ministério Público Estadual e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio).

A finalidade é garantir melhores condições de vida aos cidadãos atendidos em instituições de longa permanência para a terceira idade, assegurando-lhes vida digna e residência de qualidade. O Digna Idade atua em várias regiões de Minas, garantindo apoio técnico e recursos para investimentos em infra-estrutura e capacitação de pessoal.

Movimento Minas Solidária

Ação inaugural de Andrea Neves no Servas, o Movimento Minas Solidária foi instituído em janeiro de 2003, na primeira semana em que ela assumiu a presidência do Servas, como resposta da sociedade organizada de Minas Gerais às conseqüências das chuvas que atingiram o Estado naquela época, as piores dos 18 anos precedentes. De acordo com a Defesa Civil Estadual, as águas haviam deixado um rastro de destruição em 204 municípios, com 50 mortos, 292 feridos, 12.500 desabrigados e 31.000 desalojados no período mais crítico.

Sob a coordenação institucional do Servas e operacional da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG), o movimento reuniu entidades de classe, empresas privadas, sindicatos, veículos de comunicação, prefeituras e cidadãos com o objetivo de formar uma rede de solidariedade e apoio às famílias prejudicadas. Essa iniciativa permitiu a realização de uma das maiores campanhas de voluntariado e doações da história de Minas Gerais.

O Minas Solidária é resultado dessa parceria, que se deu inicialmente em duas etapas. A primeira foi de socorro emergencial, para atender às necessidades imediatas de abrigo, alimentação, agasalhos e medicamentos, entre outras: foram arrecadados e distribuídos mais de 2,1 milhões de donativos, entre colchões, cobertores, roupas e alimentos outros itens, para 201 municípios. Na segunda etapa, em ação inédita, houve a construção e doação de novas moradias para 953 famílias em 60 municípios.

Nos anos seguintes, o Movimento Minas Solidária se ampliou e passou a ajudar também os que sofrem os efeitos da seca. Da mobilização resultou, por exemplo, a aquisição de móveis e equipamentos para as casas doadas pelo Governo de Minas às famílias vítimas do terremoto ocorrido no município de Itacarambi, no Norte do Estado, em dezembro de 2007.

Combate à fome: VitaVida

Programa para combater a fome e o desperdício de alimentos, o VitaVida é uma evolução do programa Vitasopa, implantando em 1998, em Minas Gerais, mediante o aproveitamento de excedentes da produção agrícola doados por produtores rurais e comerciantes de várias regiões do Estado. Nos últimos anos, graças ao desenvolvimento de tecnologia de desidratação, produz mix de cereais e vegetais, batata, cenoura, mandioca e banana-passa, usados como complementação alimentar.

A partir de 2003, Andrea Neves deu grande impulso ao VitaVida, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Esportes (Sedese) do Governo de Minas Gerais. De acordo com o “Balanço de Resultados Servas – 2008″, foram instaladas três novas fábricas, em Janaúba, Montes Claros e Uberaba, permitindo a expansão do atencimento. No período de 2003 a março de 2010, foram produzidos mais de 12 milhões de refeições, distribuídos de maneira gratuita e permanente para cerca de 600 entidades assistenciais mineiras. Também foram atendidas 3.200 crianças de núcleos da Associação de Apoio, Amparo e Proteção à Crianças, da Pastoral da Criança, em Montes Claros, no Norte de Minas.

No começo de 2009, a produção era de 216.000 refeições por mês em três fábricas (Janaúba, Contagem e Uberaba). E também 750 quilos de banana-passa por mês, na unidade de Montes Claros, o equivalente a 15.000 porções por mês. No total, esses alimentos chegavam diretamente a cerca de 18.000 pessoas por mês, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos, considerando-se três refeições/semana por pessoa. A distribuição é realizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e pela Empresa Mineira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que também faz acompanhamento, avaliação da produção e monitoramento dos resultados.

Centro Mineiro de Referência em Resíduos

Localizado em Belo Horizonte, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos busca alternativas de transformação de resíduos em oportunidades de trabalho e renda para a população, em cinco áreas prioritárias: apoio à gestão municipal de resíduos; qualificação profissional; comunicação e informação; pesquisa e desenvolvimento e educação ambiental e eventos. Ocupa espaço de 10.000 m², com auditório para 320 lugares, oficinas especializadas, biblioteca, salas de aula, ampla área coberta e descoberta para exposições e eventos.

Adolescentes comemoram a conclusão do Curso de Reciclagem do Centro Mineiro de Referência em Resíduos.

Sua implantação, em 2007, resultou de parceria do Servas com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). De junho de 2007 a 2008, ressaltam-se os seguintes resultados: qualificação profissional de 280 jovens no Curso Gestão e Negócios de Resíduos a sensibilização para o consumo consciente de 1.732 participantes do programa Poupança Jovem e a participação de 9.128 alunos de escolas públicas e privadas no Portas Abertas. Também foram realizadas sete mostras e exposições de arte sustentável; sete edições da Série Diálogos – Sustentabilidade e Resíduos; realização de sete mostras de arte, com público de cerca de 25.000 pessoas.

Veja tambémFacebook Oficial de Andrea Neves

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07
set
13

Gestão social: Andrea Neves é homenageada por artistas

Andrea Neves: gestão social – presidente do Servas recebe homenagem dos artistas do programa Vozes do Morro que completou cinco anos.

Andrea Neves: gestão social

Fonte: Site do Servas

“Vozes do Morro” faz show em noite especial

Andrea Neves é homenageada pelos artistasEm noite especial, cantores e cantores solo dos mais diversos gêneros musicais fizeram show no Teatro Alterosa, em encontro que reuniu os selecionados da última edição do Programa Vozes do Morro.

Inédito no país, o Programa é uma iniciativa do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e apoio do Governo de Minas, em parceria com o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG),  que  abre oportunidades para divulgação e reconhecimento da criação musical de moradores de vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte e região metropolitana.

Homenageada pelos artistas do Vozes do Morro na abertura do show, a presidente do ServasAndrea Neves desejou “a cada um dos artistas uma vida de conquistas e de muitas alegrias” Ela registrou ainda seu agradecimento “àqueles que somaram forças e sonhos para que o Vozes do Morro chegasse até aqui”.

“Os governadores Aécio Neves e Antonio Anastasia acreditaram que seria possível. Nós que éramos tão poucos, nos descobrimos muitos e essa é a maravilha da alquimia e da solidariedade, que mistura comprometimento e intenções e faz nascer a diferença”, destacou a presidente do Servas.

Vozes do Morro

O programa foi lançado em março de 2008 e registra um total de 47 artistas que tiveram suas carreiras impulsionadas pelo Programa. O Vozes do Morro divulga a produção dos selecionados em emissoras de rádio e TV do Estado, por meio de clipes e spots, valorizando a diversidade de linguagens musicais, além de mobilizar comunidades em torno do talento de seus moradores.

O Vozes oferece ainda cursos de formação gerencial, em parceria com o Sebrae-MG, preparando os artistas para a administração de suas carreiras. O curso “O nosso negócio é música” é um curso inédito, desenvolvido especialmente para o programa e oferecido aos selecionados, com aulas teóricas e práticas. O curso oferece noções de mercado, planejamento estratégico, que inclui estruturação das bandas e marketing; finanças, com fluxo de caixa e formação de preço; e venda e mercado, além de técnicas de negociação.

O show contou com a participação especial do sambista Domingos do Cavaco, do Morro das Pedras, Belo Horizonte. Artista já conhecido, o cantor e compositor foi convidado para a divulgação do programa em seu lançamento, em 2008.

Durante a abertura do show, os meios de comunicação que apoiaram o programa, veiculando as músicas dos artistas, foram homenageados com uma placa de agradecimento. De samba a rap e sertanejo, dos mais diversos gêneros musicais, se apresentaram no Teatro Alterosa: ADS (Aliados do Senhor), Douglas e Leon, Fabinho do Terreiro, Lúcio Monteiro, Marcello Matos, Nascidos do Samba, Raça DMCs, Ralfe Rodrigues, Rannah, Sem Meia Verdade, Tambor do Matição, Vanderli e Wardel.

02
maio
11

Andrea Neves: Xuxa conhece Valores de Minas

Andrea Neves: ao lado da presidente do Servas Xuxa comentou: “Eu vim conhecer, vim aprender, imaginar coisas para a minha fundação.”

A apresentadora Xuxa veio conhecer os projetos sociais que tiveram início no Governo Aécio Neves.

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Apresentadora Xuxa faz visita ao programa Valores de Minas

Fonte: Agência Minas

A presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas)Andrea Neves da Cunha, recebeu, nesta sexta-feira (29), a apresentadora de televisão Xuxa, que preside há 22 anos a Fundação Xuxa Meneghel, voltada para projetos sociais e campanhas nacionais em defesa dos direitos da infância.

Após visita ao Memorial Minas Gerais – Vale, parceria entre o Governo do Estado e a Vale que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade, Xuxa foi recebida pela presidente do Servas no Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital, no bairro Horto, em Belo Horizonte, onde funcionou uma unidade da Febem, para conhecer de perto os projetos sociais de Minas Gerais e trocar experiência sobre futuros projetos, parcerias e campanhas relacionadas aos direitos das crianças e adolescentes.

Xuva conheceu as atividades do programa Valores de Minas, o primeiro núcleo a integrar o Plug Minas, inaugurado em junho de 2009. “É um espaço muito bem utilizado, e os jovens têm muita garra. Tem um mês só que estão ensaiando e a apresentação foi linda. Esta visita serve de exemplo, eu vim conhecer, vim aprender, imaginar coisas para a minha fundação. É incrível poder dar isso para os jovens, essa oportunidade, esse carinho que é tão evidente aqui”, disse a apresentadora após ser recebida pelos jovens, com apresentação de música, dança e dos tambores do Valores de Minas.

presidente do ServasAndrea Neves da Cunha, destacou a importância da visita de Xuxa ao Programa Valores de Minas. “A presença dela aqui, entre nossos jovens, é uma gesto de afeto e delicadeza. Ela é uma pessoa presente no imaginário de milhares de pessoas, e veio aqui admirar e fortalecer o esforço de cada uma. Sua presença alimenta ainda mais os sonhos de cada um dos nossos jovens”, disse.

Plug Minas

Nos núcleos do Plug Minas, estudantes de 14 a 24 anos do Ensino Médio de escolas da rede pública do Estado desenvolvem competências e atividades para lidar com os mais variados aspectos da tecnologia e da cultura digital. No espaço, os jovens participam de atividades educacionais totalmente gratuitas, como produção de áudio, vídeo, design gráfico, empreendedorismo, teatro, dança, desenvolvimento de games, entre outros.

Projeto Estruturador Plug Minas ocupa espaço de 70 mil metros quadrados e cada um dos núcleos já instalados é mantido por parceiros da iniciativa privada e, atende, a cada ano, cerca de três mil pessoas, entre jovens e professores como o Oi Kabum, Empreendedorismo Juvenil, Sebrae e Inove – Jogos Digitais.

Valores de Minas

O primeiro núcleo do Plug Minas, o Valores de Minas, foi criado em 2005 pelo Governo de Minas e pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) para oferecer a estudantes da rede pública oportunidades de crescimento por meio de oficinas artístico-culturais de teatro, circo, dança, música e artes plásticas. Os mais de 500 jovens selecionados a cada ano recebem mochila, uniforme, vale-transporte e refeições. Na primeira e na segunda, os alunos frequentam as oficinas de artes oferecidas e se concentram na área de seu maior interesse. Na última etapa, criam um espetáculo que integra todas as linguagens estudadas.

Ao final de cada ano as atividades culminam com um espetáculo multicultural, que tem a participação de todos os jovens, desde o roteiro até a trilha musical e adereços. Já atendeu mais de 3.500 pessoas, entre estudantes, multiplicadores e ex-alunos que fizeram o curso de extensão. Até 2010, foram apresentados seis espetáculos, “Delírio Barroco”, “Estrada dos Sonhos”, “Opara”, “Sempre Alegre Miguilim”, “Metrópole” e o “Herói e Armadura”, aplaudidos por mais de 30 mil pessoas, elogiados pelo público e crítica.

02
maio
11

Andrea Neves apresenta o programa Valores de Minas a Xuxa que veio a BH conhecer programas sociais iniciados no Governo Aécio

Xuxa visita Valores de Minas

Fonte: Glória Tupinambás  – Estado de Minas

TROCA DE EXPERIÊNCIAS

No palco, 150 jovens carentes. Na plateia, uma convidada especial: Xuxa Meneghel. A apresentadora de TV visitou ontem o Valores de Minas, um dos núcleos do programa Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital, no Bairro Horto, Região Leste da capital. Cercada por mais de 2 mil fãs, ela conheceu um pouco dos projetos artísticos e culturais desenvolvidos no espaço com estudantes da rede pública da Grande BH e buscou inspiração para as atividades da Fundação Xuxa Meneghel, no Rio de Janeiro (RJ).

O Valores de Minas é mantido pelo governo de Minas e pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) no espaço onde, até 2003, funcionou uma unidade da Febem. Depois de totalmente reformado, o antigo centro de internação de menores infratores agora promove atividades que, em 2010, envolveram 15 mil jovens com idade entre 14 e 24 anos.

“É difícil imaginar que o espaço abrigava a Febem. Vim para conhecer um pouco, trocar figurinhas”, disse Xuxa. Segundo a presidente do Servas, Andrea Neves, “trocar experiências é importante para fortalecer projetos que garantam os direitos das crianças e adolescentes”.

Veja o Vídeo

02
maio
11

Andrea Neves e Xuxa no Plug Minas

Andrea Neves, presidente do Servas, mostrou a Xuxa os programas socais desenvolvidos pelo Governo de Minas.

Andrea Neves: Plug Minas

Fonte: Hoje em Dia

06
jun
10

Vídeo mostra noite de apresentação dos finalistas do Vozes do Morro

http://qik.com/video/7072128

31
maio
10

Revista Viver Brasil diz que Andrea Neves prefere os bastidores

Ela prefere os bastidores

Andrea Neves, irmã do ex-governador Aécio Neves e considerada peça fundamental na gestão do irmão à frente do governo mineiro, descarta qualquer possibilidade de compor chapa com Anastasia. Ela anuncia sua saída como presidente do Servas e diz que volta suas atenções, a partir de julho, para a campanha de Aécio ao Senado e de Anastasia ao governo de Minas Gerais

Texto: Eliana Fonseca | Fotos: Daniel de Cerqueira

Ela avisa que não será candidata a nada. Nem a vice de José Serra, na chapa do PSDB à Presidência da República. Tampouco de Antonio Augusto Anastasia, ao governo de Minas. Andrea Neves também não quer ser candidata a deputada federal e nem a estadual. No momento, ela está de despedida do governo de Antonio Anastasia. Neste mês, deixou a presidência do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) depois de sete anos à frente da entidade, em um trabalho no governo do irmão Aécio Neves no qual ficou conhecida não só como o braço direito, mas também como uma das peças fundamentais das estratégias políticas do governo. Também é coordenadora do Grupo de Comunicação do Estado, mas diz que ocupa a função até o fim do próximo mês, quando sai para iniciar a campanha de Aécio ao Senado, além de engajar-se na de Anastasia para o próximo governo. Para o futuro, prefere não antecipar nada. Diz que saberá o que fazer quando o momento chegar.

Aos 51 anos, mãe de Maria Clara, 15, e casada com Luiz Márcio Haddad Pereira Santos, Andrea Neves é capaz de falar horas sobre as motivações que a levaram a desenvolver o trabalho no Servas. O resultado foram projetos que, em sua avaliação, valeram a pena por terem modificado a vida das pessoas. Brinquedotecas hospitalares e em cidades do interior, programas para valorizar a autoestima de crianças e de adultos; outros para levar dignidade aos cidadãos da terceira idade. “A vida da gente só tem sentido quando ultrapassa a nossa própria vida e é capaz de tocar a vida do outro”, diz. Além dos programas, outro motivo de alegria foram as campanhas do governo como Volta, para localizar pessoas desaparecidas; contra a exploração sexual de crianças e adultos; ou como a que trouxe Zezé de Camargo recitando a música Tira Couro para conscientizar as pessoas sobre a importância do respeito e dignidade aos idosos. “O texto da campanha é uma moda de viola muito antiga. Passava férias no interior e essa moda era muito tocada. Ela sempre me impressionou muito por isso, então a elegemos como tema para a campanha”, conta.

Sempre próxima do irmão, Andrea afirma que a parceria dos dois não é uma relação de trabalho. Promotora e uma das principais realizadoras das homenagens ao centenário do avô Tancredo Neves, Andrea fala também da relação com o político, de quem foi extremamente próxima.

Já é possível Andrea Neves falar em planos imediatos?Vou continuar no governo, na função de coordenadora da área de comunicação, até junho. Estou me preparando para ajudar na campanha do Aécio e do Anastasia. Daqui a pouco, em julho, entraremos em campanha. Também terei um pouco mais de tempo para a minha filha, o meu marido, a minha família.

A senhora sempre foi considerada braço direito do seu irmão no governo. Como foi iniciada essa parceria em que ambos assumiram planos distintos na vida política, mas sempre juntos um do outro?
Sou um ano mais velha do que o Aécio. Sempre trabalhamos juntos. Quanto ao mundo da política, vivemos isso a vida inteira. Meu avô convidou, em 1982, o Aécio para trabalhar no governo de Minas, quando eleito governador. O Aécio tinha vindo para cá em 1978 e a partir dessa convivência, inteirou-se com esse uni­verso e disputou, em 1986, sua primeira eleição. Estava aqui e sempre trabalhei nas campanhas do meu irmão. Em 1999, fiquei viúva e voltei para o Rio, onde permaneci por quatro anos. Em 2002, voltei para a campanha. Costumo falar que a política para a gente não é trabalho, por­que perpassa todos os aspectos da nossa vida. Não é uma relação profissional. É a vida da gente. Sempre foi. Eu e Aécio temos um jeito complementar.
São perfis complementares, uma relação de muita confiança e fico contente de poder ajudar, de dar uma colaboração no traba­lho que ele fez e que o Anastasia vem fazendo.

O nome da senhora sempre está associado à habilidade e poder na política. Já quis se candidatar a um cargo público?
Nunca tive vontade. Acho que cada um de nós tem um temperamento, um perfil, uma forma de lidar com a política. Nunca tive essa disponi­bilidade ou vontade de disputar uma eleição.

Diante disso, como a senhora recebeu essa possibilidade de convite para ser vice na chapa do PSDB à Presidência da República?
Isso eu acho que é um zumzumzum. Na minha vida já teve muito zumzumzum. Já teve uma onda de que iria ser vice do Anastasia, depois, vice do Serra. No meio do caminho, que poderia ser candidata a deputada estadual, depois federal. Fico, claro, lisonjeada, de saber que alguém chegou a cogitar ou pensar em meu nome, mas isso não procede. Até porque estou inelegível em função de ter permanecido no Servas além do prazo 30 de março.

A senhora foi uma das principais articuladoras das homenagens ao seu avô Tancredo Neves que ocorreram em abril. Há alguma outra homenagem programada ainda para este ano?
O que está previsto e ainda não ocorreu é o lançamento, no segundo semestre, do filme do Sílvio Tendler, que é um documentário. Ele fez os anos JK, os anos João Goulart e vai terminar a trilogia com Tancredo. Na opinião dele, esses três personagens marcaram e moldaram a segunda metade do século passado. Então, isso está previsto como parte das comemorações.

O que aproxima o seu modo de fazer política com o do seu avô Tancredo?
Acho que todo mundo que teve perdas importantes na vida sabe que tem algumas que são tão absolutas que estão presentes para sempre. Tive uma relação muito próxima com o meu avô e sinto a presença dele, e de outras pessoas que não estão entre a gente, permanentemente comigo. São presenças muito fortes. E tenho dele memória muito afetuosa: Tancredo era extremamente bem humorado, ele fazia política com muita alegria – e nisso o Aécio é muito parecido com ele, com muita disposição, digamos assim. Então, acho que sem saber, nós, lá em casa, tivemos a oportunidade de aprender muita coisa sem sabermos que estávamos aprendendo.

E depois das eleições, tem algum plano para 2011?
Confesso que minha ideia é tocar as coisas até o fim do ano e pensar nisso somente neste momento.

A senhora acabou de deixar a presidência do Servas. Em sete anos contínuos de trabalho, qual o balanço faz dos projetos desenvolvidos na área social?
Assumi a presidência do Servas no começo do governo Aécio, em janeiro de 2003. Quando chegamos, optamos por passar a fortalecer o trabalho do Servas junto às entidades sociais de Minas Gerais. E o nosso foco principal nos últimos anos foi  no sentido de apoiar e fortalecer as entidades que atuam na área social do estado. A preocupação era a de desenvolver um trabalho que realmente significasse algo de diferente na vida das pessoas atendidas por instituições como creches, Apaes, asilos, hoje chamados de instituições de longa permanência. O objetivo era encontrar formas e desenvolver projetos que pudessem ter condições de se viabilizar. Sempre defendo muito que esses programas hoje implementados no Servas não são programas de uma gestão, de um governo, da gestão do governo Aécio, ou, no caso da gestão  do governo Anastasia. Eles são programas que, se têm realmente a importância que a gente acredita que têm e que as pessoas, que de alguma forma são beneficiadas por ele dizem ter, são programas da sociedade. Pertencem a Minas Gerais. São programas que têm a possibilidade da continuidade garantida porque se transformaram em ações preciosas para as comunidades nas quais estão inseridos.

E como está sendo deixar o Servas depois de todo esse trabalho?
O coração está apertado. O meu sentimento é de que esses programas, mais do que transformar as comunidades, transformaram-nos. Claro que é muito grati­fi­can­te ver os resultados, os impactos em várias famílias. Às vezes, estou em algum lugar e de onde menos espero surge uma mãe querendo agradecer pela parti­ci­pação do filho. E ela me fala em como isso mudou a vida do filho e da família toda. É emocionante. Acredito que um dos diferenciais do trabalho desenvolvido pela equipe do Servas seja exatamente fazer um programa dessa envergadura com afeto, com carinho. É  perceber que não estamos lidando só com estatísticas, mas, com pessoas, com histórias. A vida da gente só tem sentido quando ultra­passa a nossa própria vida e é capaz de tocar a vida do outro. Foi um privilégio ter podido tocar a vida do outro, ajudar a desenvolver isso. Aécio, no início do governo, disse que  colocaria em prática em Minas a equação da solidariedade que era de somar esforços, dividir responsabilidades para multiplicar resultados e diminuir as diferenças. É isso que o Servas vem fazendo ao longo desses anos.




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