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06
mar
13

Andrea Neves e Xuxa, vídeo mostra visita a BH

Andrea Neves e Xuxa – vídeo mostra visita a Belo Horizonte para conhecer programas sociais iniciados no Governo Antonio Anastasia.

Andrea Neves: Plug Minas

Xuxa conhece programas sociais em Belo Horizonte

Fonte: Canal vidasenna –

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13
maio
11

Andrea Neves recebe Viviane Senna e Gabriel, o Pensador – eles conheceram o Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital

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Viviane Senna e Gabriel, o Pensador visitam Valores de Minas

O Servas recebeu, nesta quinta-feira, (12), Viviane Senna, que preside o Instituto Airton Senna e o cantor e compositor Gabriel, o Pensador no Valores de Minas, programa que integra o Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital, no Bairro Horto em Belo Horizonte.

“É um exemplo essa área onde funcionava a Febem transformado em espaço de vida, de desenvolvimento, que oferece oportunidades e condições para o crescimento de tantas pessoas”, disse a presidente do Instituto Airton Senna, uma organização não governamental que executa programas educacionais visando a redução do analfabetismo, a reprovação e o abandono escolar em escolas públicas.

O Instituto está presente em cerca de um quinto dos municípios em todos os estados brasileiros explicou Viviane. Para ela, a questão social não é responsabilidade só dos órgãos públicos, mas responsabilidade de toda a sociedade “Temos que somar esforços nessa tarefa conjunta e assim, com certeza, teremos mais chances de sucesso”, disse.

Para Gabriel, o Pensador, o Valores de Minas é uma inspiração. “É importante que a garotada não esteja na rua, à toa. Vimos que o trabalho realizado na música, na dança, com a linguagem certa, no espírito do projeto, junto com os professores é de verdadeiros artistas. É bom perceber que estão não só curtindo, tendo a oportunidade de uma formação verdadeira como cidadãos”, ressaltou.

A presidente do Servas, Andrea Neves da Cunha, lembrou a importância das pessoas que trabalham com responsabilidade pelo país e o Instituto Airton Senna como uma referência. A visita da Viviane Senna “é motivo de muita alegria, por seu interesse em conhecer o Valores de Minas, que acolhe jovens de escolas públicas, que é o mesmo público do Instituto Ayrton Senna. O trabalho realizado aqui é feito com muito afeto e com muito respeito, e afeta não só esses jovens, mas também as famílias deles, elevando a autoestima de cada um”.

Plug e Valores de Minas

O primeiro núcleo do Plug Minas, o Valores de Minas, foi criado em 2005 pelo Governo de Minas e pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e oferece, a cada ano, a mais de 500 estudantes da rede pública oportunidades de crescimento por meio de oficinas artístico-culturais de teatro, circo, dança, música e artes plásticas. Todos todo o material para participar do Programa, como uniforme, vale-transporte e refeições.

Nos demais núcleos do Plug Minas, estudantes de 14 a 24 anos do ensino médio de escolas da rede pública do Estado desenvolvem competências e atividades para lidar com os mais variados aspectos da tecnologia e da cultura digital. Eles participam de atividades educacionais totalmente gratuitas, como produção de áudio, vídeo, design gráfico, empreendedorismo, teatro, dança, desenvolvimento de games, entre outros. Atende cerca de 3 mil pessoas, entre jovens e professores como nos Núcleos Oi Kabum, Empreendedorismo Juvenil, Sebrae e Inove – Jogos Digitais.

07
jun
10

Andrea Neves lidera ações de transformação social em Minas Gerais, ex-presidente do Servas faz balanço dos últimos 7 anos

Parcerias que rendem frutos

Programas sociais mudaram realidade de pessoas carentes em todo Estado

Fonte: Renata Nunnes – O Tempo

Balanço: Após sete anos à frente do Servas, Andrea Neves diz que trabalho conjunto resultou no sucesso das ações

O tom de voz determinado da mulher conhecida como grande articuladora, de repente, fica carregado de emoção. Ela para, respira e, tomada de satisfação, começa a fazer um balanço dos últimos sete anos.

Foram tempos dedicados à frente de projetos desenvolvidos pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), que mudaram, para melhor, a vida de pessoas de todas as idades.

Para a ex-presidente do Servas, Andrea Neves, a construção de programas sociais requer persistência. “Nenhum governo, por mais correto e bem intencionado que seja tem condição de enfrentar sozinho a questão social na gravidade com que ela existe no nosso país. Isso não tem relação apenas com recursos ou vontade política. Quando somos capazes de estabelecer parcerias, conseguimos fazer com que iniciativas andem mais rápido e cheguem mais longe”, diz Andrea, que durante o governo do irmão, Aécio Neves, dirigiu a entidade.

Parcerias firmadas com empresas, entidades de classe, ONGs e cidadãos comuns garantiram que os programas do Servas fossem respeitados e até copiados no Brasil e no exterior. Digna Idade, Brinquedoteca, Valores de Minas, Vita Vida e Vozes do Morro são alguns dos projetos que saíram do papel para transformar a realidade de idosos, crianças, jovens, pacientes de hospitais e moradores de vilas e aglomerados. Eles ganharam humanização, resgataram valores e a autoestima. Alguns dos beneficiados se encontraram com o lúdico por meio da leitura. Outros conheceram a arte, a música e sua própria cultura. Sem contar os que se libertaram da fome em ação contra o desperdício.

Andrea Neves não esteve sozinha nas conquistas. Tinha a companhia de profissionais que, segundo ela, fizeram do trabalho a própria vida. “Muitas vezes, não basta ter uma boa ideia se você não tem pessoas comprometidas. Se não for assim, nenhuma questão sai do papel”, afirma. Para Andrea, o esforço da equipe do Servas somado ao dos parceiros explica o fato de o Servas ter conseguido implantar projetos que têm feito diferença na vida das pessoas.

O serviço também atuou em fortes campanhas de mobilização social, como o “Volta”, que convocava a população na busca de pessoas desaparecidas. E quem não se lembra do filme da campanha contra a exploração sexual de crianças em que uma menina pedia “socorro” por meio de uma canção?

Outra grande mobilização ocorreu em torno dos cuidados com os idosos e teve a participação do cantor Zezé di Camargo. Uma moda de viola dizia que um pai cuida de dez filhos, mas dez filhos não cuidam de um pai. “É tão verdadeiro esse sentimento de que alguma coisa está acontecendo em nossa sociedade. Estão se esfacelando laços, que deveriam ser de permanente afeto. A questão do idoso é dolorosa. Eles não podem ser excluídos da sociedade”, disse Andrea Neves.

 

Qual a avaliação que a senhora faz do trabalho realizado no Servas? Foi um trabalho construído aos pouquinhos e que hoje nos enche de surpresa em perceber que conseguimos abraçar, em tão pouco tempo, tantas pessoas. O Servas, hoje, tem programas muito diferenciados. Eles nos permitem estar em todas as regiões do Estado. Construir programas sociais requer muita persistência. Não trabalhamos com estatísticas, ajudamos pessoas de verdade.

A senhora acredita que os programas desenvolvidos e reestruturados durante sua gestão vão ser mantidos ao longo de outros governos? Me preocupa muito essa questão de um governo que começa e resolve anular tudo que foi feito antes. Acho uma covardia com a sociedade brasileira. Tenho um profundo respeito pelas ações desenvolvidas por entidades sociais de Minas. Portanto, fechamos muitas parcerias. Somamos esforços e o resultado cria condições para que os projetos existam além de qualquer gestão política. Só as parcerias garantem as condições de continuidade dos programas.

Foram muitas as ações desenvolvidas pela equipe do Servas. Há algum dos programas que tenha tocado a senhora de maneira especial? O Digna Idade. Ele é voltado para idosos que vivem em instituições de longa permanência, os antigos asilos. Muitos deles têm seus vínculos familiares esgotados, vivem sozinhos.

Como nasceu o Digna Idade? Ele nasceu de uma parceria com o Ministério Público Estadual. Em 2003, o órgão tinha um diagnóstico muito duro sobre a realidade de grande parte das entidades do tipo que existem em Minas Gerais. Com isso, priorizamos o tema.

Como o programa atua? Ele atua em três frentes diferenciadas: capacita a gestão da entidade, capacita os cuidadores de idosos e possibilita a reforma e a aquisição de equipamentos necessários para cada instituição. O Digna Idade também se soma à campanha de mobilização social.

De fato, o Servas priorizou campanhas de mobilização social como a dos desaparecidos e a da violência doméstica. Como a senhora avalia essas ações? Foram campanhas fortes ao longo dos últimos anos. Todas criadas com o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre questões presentes na vida de cada um de nós. Tivemos, obviamente, resultados concretos. No caso da atenção aos idosos, por exemplo, houve um aumento no número de denúncias de violência.

Qual das ações alcançou mais retorno? A dos idosos. Essa campanha alcançou retorno inclusive no exterior. O comercial foi traduzido para outras línguas. Recebemos comunicados da Itália e dos Estados Unidos. Ocorreram correntes na internet divulgando a campanha e isso foi muito gratificante.

E o programa Vozes do Morro? Ele também foi bastante divulgado e revelou grandes talentos. À primeira vista, ele tem uma função de revelar talentos na área musical de pessoas que moram em vilas, favelas e aglomerados. Mas, na verdade, tem um sentido muito maior, porque trata de reforçar a identidade e criar valores nessas comunidades. Claro que você tem um resultado individual dos artistas. Mas o que é mais precioso para a gente no projeto é como a sociedade passa a se organizar em torno da criatividade e da solidariedade.

Outro projeto bastante reconhecido é o Vita Vida. A ideia pode ser multiplicada em todo o país? Estamos comemorando em 2010, com muito orgulho, a primeira parceria com a Pastoral da Criança e ela envolve o repasse da tecnologia do Vita Vida. Ao longo do último ano, a pastoral experimentou o uso do alimento desidratado nas crianças atendidas pela entidade. O resultado é extraordinário.

Quantas refeições já foram distribuídas por meio do Vita Vida? Foram 12 milhões. Um grande exemplo do combate às duas piores chagas da sociedade: o desperdício e a fome. As fábricas recebem excedentes de alimentos de produtores rurais e de comerciantes da Ceasa. Frutas e legumes que não servem para ser vendidos, mas estão em perfeitas condições de consumo.

O que o trabalho no Servas significou para a senhora? Eu também me transformei muito. Às vezes, a gente começa a trabalhar motivada para tentar colaborar com a transformação da vida dos outros e não percebe o quanto esse trabalho também nos transforma ao longo do processo. Essa foi uma experiência definitiva na minha vida.

A senhora descarta qualquer possibilidade de, no futuro, candidatar-se às eleições? As hipóteses estiveram descartadas no passado e todas estão descartadas no futuro. Faço política como instrumento para colaborar com a sociedade, para ajudar a transformá-la. Tem pessoas que optam por disputar um mandato eletivo, outras não.

Quais são os planos da senhora para o futuro? A partir de julho, estarei ao lado de Aécio Neves e Antonio Anastasia dando a minha contribuição na campanha eleitoral. Depois, vamos esperar chegar mais perto para enxergar melhor. (RN)

11
jan
10

Carlos Gradim do Plug Minas escreve sobre a visão social de Andrea Neves

Quando vejo alguém iniciar algo que parece impossível, o que me vem à cabeça é a imagem de Ulisses, o herói grego. Conta o mito que ele, antes de voltar para casa e perdido em uma ilha, pôs-se a arar as areias de uma praia deserta. Então, eu penso: Pra quê fazer isso? Por que tentar cultivar uma terra que todos acreditam que não pode dar frutos?

É aí que minha cabeça dá voltas e eu finalmente consigo perceber que há, nesse nosso mundo enorme e comprido, dois tipos de pessoas: as que não crêem e aquelas que acreditam sem limites. E acreditar, acreditar com força e com coragem, não é algo possível para qualquer um. Acreditar a ponto de tornar a areia da praia um terreno fértil e abençoado é coisa de que só os heróis são verdadeiramente capazes. Só um Ulisses, com seu sonho obstinado, é capaz de acreditar tão profundamente a ponto de fazer com que a areia se transforme em seara.

É por isso, por acreditar sem limites, que Ulisses não é como qualquer um. É por isso que ele é um herói, pois heróis são aqueles dão conta de suportar exemplarmente uma sorte incomum, arriscando a própria vida pelo dever.

Aqui, em Minas, temos visto alguns Ulisses. Gente que não para de arar.
Há mais ou menos cinco anos, eu conheci uma pessoa assim. Sem fazer muito barulho, ela pegava seus instrumentos e sulcava o chão. Notei que cada marca que fazia no solo era produzida com convicção profunda e com cuidado maior ainda.

A maioria olhava e achava que o que aquela mulher fazia (era uma mulher, essa pessoa!) era um pouco fora de propósito.

Mas existiam também aqueles que miravam tal mulher e não achavam que os sinais deixados pelo arado naquela areia toda eram um absurdo total.

Perguntei a um amigo e ele me revelou acreditar que o importante do trabalho daquela mulher era exatamente o fato das marcas não poderem ficar na areia. Meu amigo me explicou: “- O importante é o toque que isso que ela está fazendo, e que você mesmo está achando que parece inútil, o importante é o toque que esse trabalho está deixando agora mesmo na sua alma, dentro de você”.

Então, quase instantaneamente, eu entendi. Eu entendi tudo e fui também pegar meu arado.

Hoje, estou aqui. Cinco anos já se passaram, muito trabalho foi feito, muita areia foi arada, mas a seara, como aquela mulher me mostrou, ainda é pequena e precisa crescer mais e mais.

Hoje, o Valores de Minas é uma realidade boa e fecunda até para quem antes achava que aquele ofício na beira do mar era coisa sem sentido algum.

Os meninos estão aí, crescendo bons e fortes e inteiros. As artes desses jovens também seguem eternas, como as marcas que não podem ser apagadas das nossas almas.
E a mulher? Ah! A mulher!   A mulher também continua por aí.

Ela, como o seu arado.

Carlos Gradim,  gerente do Plug Minas

23
dez
09

Melhores momentos: Andrea Neves, Aécio e José Junior do AfroReggae durante inauguração do Plug Minas – um dos fatos mais marcantes de 2009

09
set
09

Plug Minas, coordenado por Andrea Neves, é projeto inovador que muda e transforma a realidade dos jovens em Belo Horizonte

Graças à ação de Andrea Neves, à frente da direção do Servas, o Plug Minas hoje se transformou em um grande polo articulador na execução de programas sócioeducativos para jovens. Arte e cidadania caminham lado a lado num projeto inédito no país. O Governo Aécio Neves e a iniciativa privada estão juntos na execução de políticas de responsabilidade social.




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